Categoria: Experiências profissionais

MINHA EXPERIÊNCIA NO ESCRITÓRIO MASSIMILIANO FUKSAS NA DÉCADA DE 1990

Experiências de orientações de TFG

Download das pranchas de Orientações de Trabalhos Finais de Arquitetura e Urbanismo. Se você for usar no seu trabalho, faça o download e faça a citação científica desse trabalho no seu TFG. Você está divulgando o trabalho intelectual deste aluno. Você escolhe se quer pagar!!!!! É apenas uma contribuição pelo meu trabalho de oito anos que acabou em 2018!  

R$2.00

queridos amigos,

gostaria de pedir um favor:

sei que a minha experiência no escritório Fuksas deve despertar muita curiosidade …… mas essa experiência já tem 20 anos! Qualquer coisa que eu tenha feito lá já deveria ser muito comum na maior parte dos escritórios do mundo ….. até porque naquela época o escritório era relativamente pequeno.

A CDHU foi um concurso público, um lugar do qual  trago boas lembranças de trabalho e de relacionamentos profissionais …… O mestrado na FAUUSP foi uma rigorosa seleção, do qual trago lembrança de fazer um trabalho que não farei jamais, dada a complexidade e a abrangência !

Porém, torno público – uma vez que fazem desse tema um assunto público – que a minha vida pessoal é problema meu e a minha experiência profissional no escritório Fuksas está relatada na matéria que o Abilio Guerra publicou de uma geração inteira que migrou por falta de trabalho na década de 1990 (me formei em 1991 e comecei a trabalhar no Fuksas em 1994, saindo do escritório de paisagismo Benedito Abbud em 1993 para ir para Roma procurar trabalho em arquitetura e não em paisagismo) …… http://www.vitruvius.com.br/revist…/…/arquitextos/03.030/730

 Além dessas informações, quem tiver curiosidade em mais alguma procure pelo arquiteto Massimiliano Fuksas no site dele, através da assessoria de imprensa: www.fuksas.it Mantivemos estreito contato em 2013 por conta da Mostra que não ocorreu, portanto, perguntas inteligentes talvez até sejam respondidas por ele …. ele sabe perfeitamente quem sou eu, se me procurarem por meu nome e pedirem informações sobre nossa relação profissional!
Tentei montar um exposição dele por conta dessa enorme curiosidade e pago o prejuízo financeiro até hoje, portanto, quem tiver alguma curiosidade procure por si. Por favor, me deixem viver minha vida simples em paz!!!!
grata Assunta Viola

CONCURSO SEDE ADMINISTRATIVA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE

Equipe:

 

Assunta Viola, arquiteta – coordenadora

Camila Queiroz, arquiteta – colaboradora

Reginaldo Castro, arquiteto – colaborador, perspectivas

Aline Marinho, arquiteta – colaboradora, orçamento

Alain Bertrand, engenheiro civil, consultor de estrutura

 

Memorial justificativo

A concepção

Partindo dos princípios compositivos do edifício da Câmara Municipal de POA, a proposta do edifício Sede Administrativa levou em consideração o módulo básico de 4,48m para compor os eixos estruturais, em 13,44m e 8,96m, partindo-se de um quadro básico de lado 22,40m, ou seja, 05 módulos de 4,48m, e conservando-se a distância de piso a piso em 4,0m, conforme o edifício existente, com gabarito básico alinhado a atual câmara. Com isso, procurou-se dar continuidade ao edifício existente, em seus conceitos de composição espacial interna e externa, sem se sobrepor ou contrastar com ele.

Esse quadrado básico, com altura aproximada de térreo + dois andares (alinhamento pelo gabarito do edifício da Câmara), foi dividido na diagonal, havendo o deslocamento dos dois triângulos formados, no sentido paralelo a avenida Loureiro da Silva, e posteriormente, alinhamento aos eixos do edifício principal, a partir do eixo dado pela avenida Clébio Sória, dando continuidade à malha modular de 4,48m do edifício da Câmara.

Esse afastamento entre os triângulos criou um espaço diagonal cujo eixo se encontra na direção dada entre o centro antigo de Porto Alegre e o Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, criando-se um local de integração entre os blocos A e B.

O edifício é, então, formado por três blocos: dois triângulos periféricos, funcionais, onde se concentram as atividades ligadas ao programa, um com térreo + 04 andares (bloco A), outro com térreo + 02 andares (bloco B), ligados no subsolo, por um pavimento de serviços, e nos níveis térreo, 1º, 2º 3 o pavimento por um retângulo envidraçado (bloco C), onde se concentram a circulação, diversas atividades de convívio e exposições de artes.

Unindo o Bloco A e B instalou-se no subsolo, na cota -1,50m, um subsolo que conta com áreas de depósitos, bicicletas, cofres. O tratamento deste subsolo deverá contar com trabalhos especiais de fundação uma vez que não há informações sobre o nível do lençol freático. Desse modo, a implantação do nível térreo ficou em 2,83m, havendo assim um alteamento em relação as cotas atuais do terreno.

O uso do edifício: a esfera pública e a esfera privada

Por se tratar de um edifício público de uso restrito, por um lado, mas com acesso livre ao cidadão por outro, os espaços foram pensados de forma a que possam ser flexibilizados em função de mudanças e adaptações de uso, daí o uso de vãos maiores entre os eixos estruturais e uma estrutura robusta para as lajes, com a especificações de um piso elevado em aço e caixilharia com vidro duplo, garantido o conforto térmico e acústicos de todos os espaços, possibilitando maior versatilidade. Os blocos serão servidos por dois conjuntos de circulação vertical, para que o fluxo dos funcionários e o fluxo no público possam ser melhor distribuídos e otimizados.

As áreas internas e externas livres do edifício se comunicarão não apenas funcional, mas também visualmente com o entorno. O teto verde no bloco B será a praça pública e de contemplação, de onde se poderá apreciar toda a paisagem da cidade em direção à usina do Gasômetro e ao lago Guaíba.

Especial ênfase foi dada ao pavimento térreo, levemente alteado em relação à cota original do terreno, estabelecendo uma conexão entre os dois blocos de serviços através de áreas de acesso e lazer dos funcionários e usuários, com vistas para o Parque Maurício Sirotsky Sobrinho.

 

O PROJETO

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Concurso 24 horas – projeto vencedor, primeiro lugar – ETERNIT, 1997

Experiências de orientações de TFG

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R$2.00

Como é muito antigo, não encontrei as publicações, mas creio que foi publicado na Revista Projeto

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